quinta-feira, 10 de março de 2011

Agora convosco: Julio Marreiros - O Comércio local, a rua das lojas e o Aqua





O Comércio local, a rua das lojas e o Aqua

Todos nós sabemos que dentro em breve o grande local de romaria da cidade irá passar a ser o novo centro comercial Aqua a abrir portas brevemente. Assim sendo e por força das circunstâncias mais um mal para o comércio tradicional se cravou na nossa cidade.

E agora que fazer para minimizar este impacto? Aceitam-se sugestões procuram-se ideias simples e económicas de fácil implementação e eficientes, pois nos tempos que vivemos não nos podemos dar ao luxo de grandes voos.

Vou aqui deixar uma ideia e fico a aguardar pela colaboração de todos no sentido de encontrarmos ideias e soluções válidas que sirvam para sairmos da estagnação em que nos encontramos.

Para começar vou recuar uns anos e recordar uma experiência que foi efectuada na nossa cidade no principio dos anos 90 com o então Eng. Nuno Mergulhão vereador e posteriormente presidente da CMP.

Nesta época e em colaboração directa com a ACP (Associação comercial de Portimão) foi proposto que o comércio na cidade estivesse aberto todas as sextas feira à noite a partir da ultima semana de Junho e até à primeira semana de Setembro se a memória não me falha. (nesta época ainda não existia a Alameda) foi criada alguma animação de rua com ranchos folclóricos a actuar no largo da Mó. Lembro que inicialmente havia a recusa de alguns comerciantes abrirem os seus estabelecimentos à noite mas poucas semanas depois de a medida estar implementada e de se ter verificado que havia turistas a circular pela cidade aqueles acabaram por aderir. A divulgação desta iniciativa foi efectuada directamente através de panfletos e comunicação aos operadores turísticos e às unidades hoteleiras da região. Durante este período verificamos que não era só o comércio mas toda a restauração que aumentava a sua facturação nas noites de sexta feira. A cidade ganhava com isso.

Tudo isto foi passado mas que surtiu efeitos directos e se repercutiu por todos.

O horário de funcionamento do comércio tradicional continua completamente desfasado da realidade e dos modos de vida actuais assim como os horários dos transportes públicos como comboios, carreiras regulares entre Portimão e povoações vizinhas mantêm-se inalterados há dezenas e dezenas de anos. Os transportes servem para servir as populações e as suas necessidades e não são as pessoas que se têm que acomodar aos horários existentes. A oferta deve se adaptar à procura e às necessidades que existem. E tal não acontece na nossa cidade. (Excepção ao Vai e Vem que não sendo perfeito é o melhor que a gente tem).

Então vamos começar, em primeiro lugar e durante o período de Verão o horário do comércio tradicional deveria ser ou alargado ou então igual ao dos nossos vizinhos espanhóis. (10h-13h 17h-22h) analisem a facturação do período das 15h às 17h vão verificar será uma hora de pouca facturação.

Com o comercio aberto diariamente até às 22h sugiro que seja criada através de toda a zona comercial partindo da zona ribeirinha (onde se situam as maiores zonas de estacionamento da cidade) sinalética colocada no pavimento do tipo “Aqua 10 minutos a pé, 7 min, 5 min, 3 min. etc.” e ou em pequenos placards indicando um percurso pedonal até ao Grande Santuário Aqua. Este percurso atravessa toda a nossa cidade passando pelas artérias comerciais fazendo com que os turistas se percam contemplando as montras e consumam durante todo o percurso. Mais vale circular a pé do que ir de carro seja ecológico e olhe pela sua saúde!

Em Portimão na zona Ribeirinha foi criado o calçadão como muitos o chamam e durante o verão as pessoas circulam por ele aos milhares podemos vir da Praia da Rocha até ao Arena sem qualquer problema porque não fazer o mesmo a atravessar a nossa cidade.

Os mais velhos lembram-se certamente quando existia o mercado na primeira segunda feira do mês no largo Gil Eanes. Os turistas que nos visitavam e estavam alojados na Praia da Rocha e atravessavam toda a cidade.

Ao longo dos últimos anos e com a deslocalização dos serviços e acontecimentos da parte velha da cidade esta aos poucos foi ficando deserta e sem vida. As pessoas deixaram de ter necessidade de circular por lá.
Comparável com uma calçada à Portuguesa muito bonita, se não existir tráfego a utilizá-la aparecem as ervas a crescer entre pedras e depois gastamos dinheiro a eliminá-las. Então se calhar não precisávamos de uma calçada naquele lugar bastaria um caminho de terra.

A deslocalização destes serviços do centro da cidade (Tribunal, Cartório notarial, conservatórias, Repartição de Finanças, serviços técnicos da CMP, mercado Municipal, Cinema, e a própria banca com abertura de sucursais fizeram com que as pessoas deixassem de ter necessidade de se deslocar ao centro, com consequências directas no comércio tradicional e toda a zona velha da cidade.

Se a retirada destes serviços tivesse sido complementada de imediato com substituição por outros mesmo que de menor dimensão então não se teria perdido a circulação de milhares de pessoas no centro da cidade.

Termino deixando esta pequena contribuição e esperando por mais sugestões. Se arranjarmos soluções válidas só temos que posteriormente apresentá-las a quem decide pedindo a sua execução.

Por Portimão

JM

quarta-feira, 9 de março de 2011

Comissão de Utentes da Via do Infante marca dois protestos




A Comissão de Utentes da Via do Infante e o movimento Não às Portagens na A22 estão a organizar dois protestos e esperam superar a contestação que reuniu, em 2004, no Algarve, diversas entidades e milhares de automobilistas.

Em declarações à agência Lusa, João Vasconcelos, da Comissão de Utentes da Via do Infante, explicou que os protestos agendados para os dias 19 de Março e 8 de Abril estão a ser organizados em parceria com o movimento, mas espera poder contar com o apoio de outras entidades da região e da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).
João Vasconcelos disse que a AMAL irá reunir-se no dia 14 para tomar uma decisão, acrescentando que a Comissão de Utentes da Via do Infante tem contactado com condutores e camionistas.

A Comissão de Utentes irá também reunir-se com o Motoclube de Faro, esperando uma adesão muito grande, com hipótese de superar a de 2004.

Contactado pela Lusa, o presidente da AMAL e da Câmara e Faro, Macário Correia, disse que "para já, esta iniciativa é apenas uma proposta de uma entidade e que não foi previamente concertada" com a plataforma contra as portagens na A22, que reúne a Comissão de Utentes, a Comunidade Intermunicipal, cinco associações empresariais do Algarve e duas estruturas sindicais.

Fonte: Correio da Manhã

O que vai na alma do amigo João Francisco Martins




Democracia, é o bem maior de um povo livre e independente.

Um pais próspero e evoluido, constrói-se com o trabalho de todos unidos pelo mesmo príncipio que deveria ser o bem comum, não de alguns ou só para alguns.

Ou seja Escola para todos que visasse emprego para todos, não estou com isto a dizer que todos tenhamos que ser engenheiros médicos advogados e por aí fora,não o que eu digo, era que as pessoas fossem encaminhadas para àreas de ensino de acordo com as capacidades de cada um. Pois de que serve ter um curso superior se depois não tem saída para o mercado de trabalho?

Falemos da saude, que tal como o país tambem está doente. Será que a culpa disso é tambem do Zé Povinho?como querem fazer-nos crer, creio que o sr. Arnaut, fundador do Serviço Nacional de Saude,não pensa assim ou teria sido pelo desinvestimento que se fez na mesma, como aigumas pessoas disseram que quem quiser saúde que a pague.

Vai tudo dar ao mesmo, ao desgraçado do Zé, que descontou uma vida inteira aquilo que entenderam que ele teria de descontar, mas quando precisa de ir arranjar a boca, tem de pagar do seu bolso, se necessitar de oculos, tem que pagar do seu bolso, e se isto já não bastasse, agora ainda lhes foram aumentadas as comparticipações nos medicamentos.

Se isso fosse diretamente proporcional com as suas reformas, eu ainda achava bem mas se mal têm para comer ainda vamos onera-los mais ? Isto é duma sensibilidade a toda a prova.Falemos agora um pouco dos jovens, da chamada geração rasca, que não devem ser os filhos nem netos deles, pois esses têm sempre o seu garantido nalguma multinacional tenham eles capacidade ou não.

Fico triste quando vejo os jovens deste nosso amado Portugal, a sairem para fora em busca de trabalho, sejam qualificados ou não reconhecendo que a sua pátria nada fez por eles, sabendo que o futuro de uma Nação faz-se através da sua juventude, o que se pode pensar do nosso pobre Portugal.

BOA noite amigos é isto que me vai na alma.

domingo, 6 de março de 2011

Contribuição da Ana Martins. Da página "Pela Reabilitação do Convento de são Francisco"




Cedido Pelo Ilídio Santos à página "Pela Reabilitação do Convento de são Francisco"

ESTA NOTICIA DATA DE 2008.


ÚTOPIA OU REALIDADE???


Convento de São Francisco dá lugar a centro de formação avançada em turismo

elisabete rodrigues Ver Fotos »

Convento de S. Francisco, em Portimão
O Convento de São Francisco, monumento do século XVI implantado na margem do Arade, em Portimão, vai ser expropriado para receber o Centro de Investigação e Formação Avançada em Turismo (CIFAT), a filial algarvia do Hospitality Management Institute (HMI) que o ministro da Economia apresentou esta sexta-feira, no Pavilhão do Arade.

TEMAS: Turismo

A medida vai ser avançada pela Câmara de Portimão, depois de terem fracassado as negociações para a compra do imóvel classificado aos actuais proprietários, a família Souza Coutinho.

O presidente da autarquia Manuel da Luz não quer perder a oportunidade de recuperar o convento para o adaptar ao CIFAT e, por isso, deverá avançar nos próximos dias com uma proposta ao executivo para encetar o processo de expropriação urgente.

«O imóvel continua a degradar-se de forma quase irreversível sem que os proprietários se entendam, daí que estejamos fortemente empenhados em adquiri-lo», declarou o autarca ao «barlavento».

A Câmara pretende dar início à recuperação e remodelação do edifício dentro de um ano. No Convento vai nascer uma dezena de salas de seminários, gabinetes de trabalho, auditório, biblioteca, bar e restaurante, áreas de lazer e uma ala de alojamento com cerca de 30 quartos. Tudo equipado com infra-estruturas tecnológicas de última geração, nomeadamente de vídeo-conferência.

O CIFAT é o formato final do Centro de Altos Estudos Turísticos que começou a ser desenhado no Algarve há cerca de dois anos, num jantar que reuniu diversos empresários turísticos da região e responsáveis da autarquia e da Universidade do Algarve, no Hotel Algarve Casino, na Praia da Rocha.

Pretendia desenvolver investigação especializada e promover formação avançada de altos quadros turísticos, nomeadamente alta direcção, pós-graduações não conducentes a grau, especializações e formação para executivos.

A ideia acabaria por ser assimilada pelo Turismo de Portugal que decidira, em Agosto do ano passado, anunciar a sua implementação no Estoril e não no Algarve. As queixas algarvias chegaram ao primeiro-ministro José Sócrates, que, ao aperceber-se do conflito, decidiu corrigir a situação, garantindo a localização do centro no Algarve.

O resultado final foi a criação de uma entidade nacional denominada Hospitality Management Institute (Instituto de Gestão Hoteleira) detentora de dois centros, um no Estoril, outro em Portimão.

O instituto congrega o Turismo de Portugal, o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Confederação do Turismo de Portugal e Universidade do Algarve.

O centro algarvio deverá ainda associar diversos grupos hoteleiros interessados na investigação e formação desencadeados pelo instituto. Na sua génese estiveram pelo menos sete grupos, incluindo Pestana, Solverde e Tivoli.

Vocacionado para a internacionalização, o HMI vai estabelecer, logo à partida parceria com escolas de hotelaria e turismo da Suíça (Ecole Hoteliere de Lausanne) e dos Estados Unidos (University of Central Florida).

26 de Setembro de 2008 14:43
joão tiago

sábado, 5 de março de 2011

Outro texto do João Francisco Martins. Grande amigo do Portimão Sempre




Olá amigos.

Tenho estado atento a quase tudo quanto aqui tem sido escrito, com uns estarei de acordo com outros nem tanto, mas isso é normal. Agora alguns quererem tapar o sol com a peneira,isso eu não aceito,embora respeite os pontos de vista, pois se calhar é vista curta ou então procuram embaciar-nos a nossa .
Após a entrada de Portugal na União Europeia,foi um fartar de entrar dinheiro no pais era dinheiro às paletes eram dinheiro para as pescas,era dinheiro para a agricultura, era dinheiro para serem criadas infrainstruturas que gerassem riqueza.Ao inves o que fizeram, foi gastar a grande e a francesa em tudo menos naquilo para o qual o dinheiro era enviado, ninguem foi responsabilizado o que neste pobre pais é normal e natural.
Entretanto, começou-se a delapidar a Marinha Mercante a Lisnave ,a Setenave, a Siderurgia etc. a tal ponto que quem for hoje dar uma volta pela zona ribeirinha de Lisboa, não vê navios a carregarem e descerregarem mercadorias como outrora. Agora o que hoje vê, são marinas nos locais onde antes havia trabalho.Todo o trabalho que antes era feito por nvios portugueses, hoje éfeito por navios estrangeiros afretados para tal. será que isto é uma forma de gerar riqueza? eu não sei , mas penso que não.
Onde foi a Lisnave , segundo me parece é para se fazer um empreendimento hoteleiro, não quero afirmar porque não sei, o que eu sei , e não sou ecónomista nem autarca ,é que vinham navios de todo o mundo para ali serem reparados e até construidos, deixando neste nosso pais muinto dinheiro.Com a Siderurgia foi omesmo ,agora quando opais necessita de aço ou de ferro compra ao estrangeiro,mais uma vez não consigo entender mas tambem não sou economista,eu só penso.
Penso que somos um pais cujo territórioentra pelo mar dentro contudo vivemos de costas viradas para ele. Agora não me venham dizer que tudo isto foi feitopor diretivas da União Europeia.Temos de perder o complexo de pequenez que nos querem impor, na boca de alguns politicos o nosso povo não quer trabalhar, são malandros mas quando vão pra fora são considerados do melhor que há, será que algum politico ou gestor da nossa praça me pode esclarecer?
O nosso pais,já não está doente está moribundo com governantes destes não nos podemos calar nem ignorar, pois´já pouco ou nada temos para dar-lhes Vejam o estado a que chegou a saude, o irá ser da juventude do meu pais,não estou a falar dos filhos e netos deles. Os aumentos de preços que estão aí para vir ,é o pão ,o leite, tudo artigos de primeira necessidade.
Ao contrário disto são os brutais ordenados dos administradores empresariais, até mesmo os do estado isto é um pais dentro de outro não há justiça, não há solidariedade, só eles é que teem barriga, o povo não.A EDP teve lucros fabolosos, mas nem por isso baixaram as tarifas da electrcidade.

boa noite

quinta-feira, 3 de março de 2011

1ª reunião ordinária de 2011, da assembleia municipal de Portimão




Na segunda-feira dia 28 de Fevereiro de 2011, teve lugar a 1ª reunião ordinária da assembleia municipal de Portimão.

Já por diversas vezes escrevi, acerca deste tema, em ocasiões anteriores.
Outras reuniões da assembleia municipal.
E a cada uma delas, sempre a minha interpretação que resulta num comentário tenden-cialmente estéril e limitado.

O autor é o que é.

Mas hoje, apetece-me falar num registo diferente.

Confesso-vos que escrevo isto com um sentimento de impaciência e de frustração cres-cente.

A cidade vive com praticamente 20% de desemprego.
Tem o comércio na falência.
Não tem indústria.
Não tem um turismo que permita um modo de vida.
Tem um centro histórico degradado, pejado de toxicodependência, de tráfico e de cri-minalidade.

Porém, grosso modo, o que se discutiu na reunião, foi:
As portagens na A22.
A degradação da zona histórica da cidade, denominada por todos os presentes de “casco velho” da cidade. É uma escolha de palavras interessante e reveladora: “Casco velho”.
O orçamento para 2011.

Os assuntos são pertinentes. Ninguém diz que não.
No entanto, hoje em vez de fazer um post descritivo acerca do que lá se passou, vou ten-tar transmitir as emoções presentes na sala.
Será pois um post sensitivo.

Primeiramente, enquadremos:
O sentimento que se sente nas ruas é de desânimo, de impotência e de angústia.

No entanto, digo-vos que o que assisti na reunião foi o seguinte:
Um ambiente morno, amorfo sem qualquer tipo de intensidade emocional que vá de encontro aos sentimentos de quem não tem trabalho, que vê o seu negócio falir ou que vive com medo da criminalidade crescente.

Não vi qualquer resquício de solidariedade, preocupação ou empatia para com quem passa dificuldades.

Deixem-me dizer-vos que os únicos momento mais acalorados que vi, foram quando alguém se referiu aos toxicodependentes como vítimas de uma sociedade que os desu-maniza, ou quando se entretiveram em ataques de parte a parte, num agudo síndrome de partidarite aguda.

De resto tivemos até momentos de boa disposição e de bom humor.
Ainda bem.
Ainda bem que existe capacidade de sorrir com facilidade.
Sinal de que a vida lhes corre bem.

Da nossa parte, digo-vos que se calhar muitos de nós cidadãos anónimos, também gos-taríamos de ter essa mesma capacidade.
Era sinal de que a vida nos corria bem também.

Mas não corre.

Vive-se na cidade, um ambiente de angústia e de frustração.

Não se está aqui a dizer, que o ambiente predominante das reuniões de câmara, deve ser um ambiente pesado ou de consternação.

Não. Mas deveríamos de sentir pelo menos algo aparentado com mobilização, preocu-pação ou de urgência.

Urgência no encontrar soluções para os problemas reais dos cidadãos.

Bem sabemos que as soluções para os problemas que vivemos, não são fáceis de encon-trar.
Sabemos também que, milagres não há.
Porém a sensação que tenho, é que nem se tentam encontrar soluções ou caminhos para o estado em que estamos.

Meus amigos, cheira a mofo.
Cheira a coisa antiga a entrar em estado de putrefacção.
E as soluções para os problemas que vivemos, não virão de certeza absoluta, de coisas em putrefacção ou que cheiram a bafio.

Como alguém disse (capitão Salgueiro Maia) há quase 37 anos, estamos perante uma “brigada do reumático”.

Disse também aos seus homens, o generoso capitão na parada da Escola Prática de Cavalaria em Santarém, no dia 24 de Abril à noite:
“Existem vários tipos de estados. Os estados comunistas, os estados fascistas e o estado a que chegámos”.

Dejá vu meu capitão.
Dejá vu.

terça-feira, 1 de março de 2011

Texto de outro grande amigo do Portimão Sempre. Agora convosco: Artur Fonseca




JÁ CHEGA!!!

Chegou a hora, de dizermos JÁ CHEGA!

Já chega de corrupção, abuso, violação, usurpação de poderes e influências, tráfico, e “putice” com que a nossa classe política nos brinda dia após dia.

Com 28 anos estou cansado.

Cansado de trabalhar para “pagar” o que esses estupores andam a gastar.

Cansado de ter de pedir crédito para tudo e todos os meses contar os tostões para pagá-los.

É “chapa ganha, chapa batida”, é esta a herança que estes “velhos do restelo” que se consideram sábios e sabichões, nos deixam? Eu não quero essa herança.

Prefiro aquela que o meu pai me deixou, valores!

Sou pobre nos bolsos, mas rico no espírito, e aí, ninguém me cobra IVA, IRS, IMI, IMT, e outros que tais...

Porque temos de ser nós a pagar o despesismo dos nossos governos?

Não seria mais correto o nosso governo “investir” na nossa educação, tornar o país independente financeiramente, criar postos de trabalho e patrocinar a formação continua da nossa mão-de-obra?

Eu que trabalho, pago impostos sobre tudo e mais alguma coisa, ando no carro da minha mãe, mas tenho de pagar os BMWs, Mercedes, Audis e os outros todos...
Ao menos que me deixem levar a minha mãe a passear num deles. Já que lhes pago essa factura!!!

Quando será que o povo acorda?! Quando será que vamos mostrar ao mundo aquilo que os nossos antepassados conquistaram? Esse título de guerreiros e aventureiros, donos de metade do mundo, que fomos!!!

Acorda Portugal, JÀ CHEGA de gozarem connosco!!!

Andamos adormecidos e não nos podemos dar a esse luxo.

O pais precisa de um povo mais esclarecido, mais influente e participativo!

Sou novo, mas cansado e revoltado com isto, quero lutar por um país mais justo e correto. Se eu não o apreciar, ao menos que os meus filhos - um dia que o Governo me deixe ter dinheiro nos bolsos para tê-los - consigam “gozar”, aquilo com que eu sempre sonhei!

AMO-TE PORTUGAL, O MEU JARDIM À BEIRA MAR PLANTADO!!!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Outro texto de outro amigo do Portimão Sempre: Convosco: Eb Mora



Idéia ou Sonho

Requalificação da Rua do Comércio, Rua da Hortinha e Rua Vicente Vaz das Vacas em Portimão.

Esta requalificação incide sobre 170 mts da Rua do Comércio, desde o Largo da Mó à Alameda, 120 mts da Rua Vicente Vaz das Vacas e 115 mts da Rua da Hortinha, tal como se pode ver nas fotos anexas, efectuando nestas ruas uma cobertura em vidro,  standarizando as frentes das lojas comerciais e define estacionamentos para cargas e descargas, resumindo, criava nestas ruas uma situação semelhante a um Shopping que para se rentabilizar teria de sofrer alterações de funcionamento.
Teriamos assim mais um Shopping em Portimão, no entanto revitalizávamos e recuperavamos toda essa zona, evitando as falências dos poucos comerciantes que ainda conseguem sobreviver, para além de atrair novos empresários e comerciantes para dar vida activa a todas estas ruas e imediações, claro que com tudo isto a cidade ganhava e melhorava no aspecto, incluindo as zonas envolventes,  evitando a degradação que actualmente lá verificamos.