quinta-feira, 17 de março de 2011

Manifestação da Geração à Rasca em Faro




“Basta, basta, basta!”, “Estamos à rasca”, “O povo unido jamais será vencido!”, “Portugal, Portugal, Portugal!”. “Mudança, Mudança” e “A Luta continua Sócrates para a rua”.

Estas foram algumas das palavras de ordem gritadas durante a manifestação da «Geração à Rasca», este sábado à tarde, em Faro, que contou com “mais de seis mil participantes”, de acordo com dados revelados ao barlavento.online por um responsável pelo Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Muitos dos jovens presentes são estudantes universitários e do ensino secundário. Não se viram figuras mediáticas.

Mas, no meio da multidão, havia, por exemplo, elementos de Faro do Bloco de Esquerda.

Entre cartazes e papéis empunhados sobretudo por jovens, podia ler-se “Portugal não é do PS nem do PSD”, “A Luta está marafada”, “Não lutamos por poder mas para sobreviver, devolvam-nos o futuro” e “Precários, não”, “Abaixo os recibos verdes”, “Não ao desemprego”, “Não queremos ser obrigados a emigrar”, “A quem nos vamos queixar? Quem nos acode?” e “Uivemos disse o cão” – Saramago”, entre outras frases de protesto.

Pelo meio, cantava-se «O que faz falta é avisar a malta» e o hino nacional. Com tambores à mistura, bandeiras portuguesas, os participantes na manifestação partiram, pelas 16h15 horas, do Largo de São Francisco, na capital algarvia, após alguns deles terem usado da palavra, e passaram junto ao Instituto da Juventude, Escola Secundária Tomás Cabreira e Avenida 5 de Outubro - onde junto à Repartição de Finanças lançaram apupos e assobios - regressando ao local da concentração, por volta das 17 horas.

Ali, no Largo de São Francisco, já se viam alguns jovens com garrafas de cerveja na mão em ambiente festivo, tal como quando, ao som da música, alguns não resistiam a dançar junto a um lago, onde se ouviram várias intervenções.

Curiosamente, uma criança às cavalitas de um familiar e um idoso, de 82 anos, participaram neste desfile, o qual acabou por desviar o trânsito, sob orientação de agentes da PSP, nas várias artérias da cidade de Faro por onde passou.

“Sou um jovem de 82 anos e já passei por esta desigualdade. No tempo da Segunda Guerra Mundial passei fome. Estou velho e cansado, já pouco posso fazer, mas ficava muito animado de ver estes a jovens a não sofrer”, disse Manuel Barros, de 82 anos, dirigindo-se aos manifestantes.

Tem dois filhos, um deles desempregado, e apesar da “minha pouca reforma”, ainda tem de os ajudar.

Um outro orador lembrou terem-lhe chamado “geração rasca”. “Hoje, estou à rasca. E estou à rasca porque aqueles lá em cima andam há anos a desenrascar-se. E continuam a desenrascar-se O problema está aí”, lamentou.

Em seguida, foi André Pereira, de 26 anos, residente em Portimão, que contou a sua experiência: “estive durante quatro anos a tirar um curso. Estou neste momento a continuar a estudar à custa dos meus pais, o que é uma vergonha com 26 anos. E eu quero que isto mude. Estou farto de pedir dinheiro aos meus pais”.

Já para o ator Mário Spencer, “chegou a altura do render da guarda”. “Os que estão a vigiar-nos há muito tempo já não prestam. Não nos identificamos com eles. Falam uma linguagem que não percebemos. Temos outra visão das coisas”.

Por seu turno, uma jovem, desempregada e com uma filha, queixou-se do facto de a Segurança Social se preparar para lhe “hipotecar bens” por não ter pago a tempo prestações.

“Só me falta tirarem a roupa do corpo”, ironizou. E ainda protestou contra o aumento de juros das propinas na Universidade do Algarve, de “um para seis por cento por mês”.

Depois do desfile em Faro, um dos organizadores da iniciativa, dirigindo-se às pessoas e congratulando-se com o facto de serem “neste momento seis mil cidadãos” (os manifestantes interromperem, de imediato, com aplausos, e gritando “o povo unido jamais será vencido”), foi taxativo ao afirmar: “é com exemplos destes que o povo português, afinal, ainda tem fé, ainda é capaz de tirar o cu do sofá e ir para a luta. Acordámos das mesmas políticas, das mesmas mentiras que há trinta anos nos vendem”.

Os manifestantes da «Geração à Rasca» prometem, agora, ir para a estrada, no próximo dia 19, a fim de protestar contra a introdução de portagens na A22/Via do Infante.

12 de Março de 2011 22:38
josé manuel oliveira

quarta-feira, 16 de março de 2011

Protesto contra as portagens na via do Infante. Sabado dia 19 às 15:00h.



Vamos todos ajudar a divulgar ao máximo, pois falta 3 dias para o Protesto, quanto mais pessoas participarem melhor, só assim vamos ter peso para a nossa voz se ouvir em Lisboa.

Local:

Parque de Feiras de Portimão
Parque das Cidades Loulé/Faro
vale Paraíso Albufeira
O lnfante En 125 - Altura
Hora: Sábado, 19 de Março de 2011 15:00


Fonte: Algarve - Portagens na A22 NÃO


Meus amigos,

Mais do que o que nos divide, o que é mais importante é o que nos une.
E esta causa é consensual, pensamos nós.
Estamos unidos nisto.
Por isso no Sábado dia 19, vamos estar todos presentes para lutarmos pelo que é justo.

Porque o que é justo, é justo.

Um abraço.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Geração à rasca, participação cívica e Portimão Sempre.


Hoje vamos falar de participação cívica.
Ou seja, da participação dos cidadãos.

O que aconteceu no protesto da “geração à rasca” foi muito significativo.

Um protesto livre e sincero por parte do cidadão comum.
Sem intermediários que alterassem, condicionassem ou regulassem a generosidade da mensagem do cidadão comum.
Sem facilitadores de compreensão.
Sem enquadramento.
Verdadeiramente em bruto.
Verdadeiramente apartidário.

Impressionante pela alegria, pelo sentimento fraterno e pela determinação dos participantes.

Impressionante pela tolerância e pela inclusão.

Esteve presente a irreverência junto com o respeito.
Esteve presente a rebeldia junto com o civismo.
Esteve presente o protesto contra o sistema junto com o amor à Pátria.

Nós estivemos lá.

E queremos aqui dizer algo mais:

Acerca do que fazemos aqui neste Portimão Sempre, queremos dizer que fazemos o que fazemos, com uma irreverência respeitosa. Fazemos o que fazemos, com uma rebeldia cívica. Protestamos contra o sistema, com muito amor à nossa terra, que é Portimão.

E isto é feito com muito amor à Pátria.

Já por diversas vezes nos foi dito por pessoas, que se assumem como próximas de várias forças partidárias, que a nossa acção não é consequente.
Que não basta escrever em blogs.
Que deveríamos de ter a coragem de nos juntarmos a este ou aquele partido.

Nós, pelo nosso lado, apenas dizemos que os partidos políticos são (ou deveriam de ser) dignos de respeito.
Dizemos que quem participa neles, quando o faz por motivos puros, é digno de respeito.
E até de admiração.

Porém, a participação cívica não se esgota nos partidos políticos.
Existem outras vias.
E sábado dia 12 de Março foi um pequeno exemplo disso.

Dito isto, queremos dizer que nós, não nos limitamos a escrever.
Existem outras coisas que estamos a iniciar a fazer.

E queremos aqui partilhar convosco que, já não somos apenas duas pessoas por trás desta iniciativa que é o Portimão Sempre.
Existem mais.
E a aumentar.

Quando publicamos algo com o titulo: “Agora convosco”: fica patente que o Portimão Sempre não é apenas obra de dois elementos isolados.

Existem já outras pessoas.

Existem pessoas com diversas sensibilidades ideológicas.
Existem pessoas que nunca foram filiados em partidos políticos.
Existem pessoas que o foram, mas que estão desiludidas com os seus partidos.
Existem pessoas de diferentes gerações.
Existem pessoas com diferentes profissões e experiências profissionais.
Existem pessoas com larga experiência de vida e existem pessoas com relevante currículo académico.
Existem pessoas com uma larga vida de trabalho e existem pessoas no começo da sua vida de trabalho.
Existem pessoas…

E estas pessoas têm algo em comum:
Um amor enorme por Portimão.
E uma vontade férrea em contribuir para que Portimão cumpra o seu destino.

É isto que nos une.

A todos os que sentem como nós, apenas dizemos, tal como na música:

Quem vier por bem, que traga um amigo também.


Um abraço

quinta-feira, 10 de março de 2011

Agora convosco: Julio Marreiros - O Comércio local, a rua das lojas e o Aqua





O Comércio local, a rua das lojas e o Aqua

Todos nós sabemos que dentro em breve o grande local de romaria da cidade irá passar a ser o novo centro comercial Aqua a abrir portas brevemente. Assim sendo e por força das circunstâncias mais um mal para o comércio tradicional se cravou na nossa cidade.

E agora que fazer para minimizar este impacto? Aceitam-se sugestões procuram-se ideias simples e económicas de fácil implementação e eficientes, pois nos tempos que vivemos não nos podemos dar ao luxo de grandes voos.

Vou aqui deixar uma ideia e fico a aguardar pela colaboração de todos no sentido de encontrarmos ideias e soluções válidas que sirvam para sairmos da estagnação em que nos encontramos.

Para começar vou recuar uns anos e recordar uma experiência que foi efectuada na nossa cidade no principio dos anos 90 com o então Eng. Nuno Mergulhão vereador e posteriormente presidente da CMP.

Nesta época e em colaboração directa com a ACP (Associação comercial de Portimão) foi proposto que o comércio na cidade estivesse aberto todas as sextas feira à noite a partir da ultima semana de Junho e até à primeira semana de Setembro se a memória não me falha. (nesta época ainda não existia a Alameda) foi criada alguma animação de rua com ranchos folclóricos a actuar no largo da Mó. Lembro que inicialmente havia a recusa de alguns comerciantes abrirem os seus estabelecimentos à noite mas poucas semanas depois de a medida estar implementada e de se ter verificado que havia turistas a circular pela cidade aqueles acabaram por aderir. A divulgação desta iniciativa foi efectuada directamente através de panfletos e comunicação aos operadores turísticos e às unidades hoteleiras da região. Durante este período verificamos que não era só o comércio mas toda a restauração que aumentava a sua facturação nas noites de sexta feira. A cidade ganhava com isso.

Tudo isto foi passado mas que surtiu efeitos directos e se repercutiu por todos.

O horário de funcionamento do comércio tradicional continua completamente desfasado da realidade e dos modos de vida actuais assim como os horários dos transportes públicos como comboios, carreiras regulares entre Portimão e povoações vizinhas mantêm-se inalterados há dezenas e dezenas de anos. Os transportes servem para servir as populações e as suas necessidades e não são as pessoas que se têm que acomodar aos horários existentes. A oferta deve se adaptar à procura e às necessidades que existem. E tal não acontece na nossa cidade. (Excepção ao Vai e Vem que não sendo perfeito é o melhor que a gente tem).

Então vamos começar, em primeiro lugar e durante o período de Verão o horário do comércio tradicional deveria ser ou alargado ou então igual ao dos nossos vizinhos espanhóis. (10h-13h 17h-22h) analisem a facturação do período das 15h às 17h vão verificar será uma hora de pouca facturação.

Com o comercio aberto diariamente até às 22h sugiro que seja criada através de toda a zona comercial partindo da zona ribeirinha (onde se situam as maiores zonas de estacionamento da cidade) sinalética colocada no pavimento do tipo “Aqua 10 minutos a pé, 7 min, 5 min, 3 min. etc.” e ou em pequenos placards indicando um percurso pedonal até ao Grande Santuário Aqua. Este percurso atravessa toda a nossa cidade passando pelas artérias comerciais fazendo com que os turistas se percam contemplando as montras e consumam durante todo o percurso. Mais vale circular a pé do que ir de carro seja ecológico e olhe pela sua saúde!

Em Portimão na zona Ribeirinha foi criado o calçadão como muitos o chamam e durante o verão as pessoas circulam por ele aos milhares podemos vir da Praia da Rocha até ao Arena sem qualquer problema porque não fazer o mesmo a atravessar a nossa cidade.

Os mais velhos lembram-se certamente quando existia o mercado na primeira segunda feira do mês no largo Gil Eanes. Os turistas que nos visitavam e estavam alojados na Praia da Rocha e atravessavam toda a cidade.

Ao longo dos últimos anos e com a deslocalização dos serviços e acontecimentos da parte velha da cidade esta aos poucos foi ficando deserta e sem vida. As pessoas deixaram de ter necessidade de circular por lá.
Comparável com uma calçada à Portuguesa muito bonita, se não existir tráfego a utilizá-la aparecem as ervas a crescer entre pedras e depois gastamos dinheiro a eliminá-las. Então se calhar não precisávamos de uma calçada naquele lugar bastaria um caminho de terra.

A deslocalização destes serviços do centro da cidade (Tribunal, Cartório notarial, conservatórias, Repartição de Finanças, serviços técnicos da CMP, mercado Municipal, Cinema, e a própria banca com abertura de sucursais fizeram com que as pessoas deixassem de ter necessidade de se deslocar ao centro, com consequências directas no comércio tradicional e toda a zona velha da cidade.

Se a retirada destes serviços tivesse sido complementada de imediato com substituição por outros mesmo que de menor dimensão então não se teria perdido a circulação de milhares de pessoas no centro da cidade.

Termino deixando esta pequena contribuição e esperando por mais sugestões. Se arranjarmos soluções válidas só temos que posteriormente apresentá-las a quem decide pedindo a sua execução.

Por Portimão

JM

quarta-feira, 9 de março de 2011

Comissão de Utentes da Via do Infante marca dois protestos




A Comissão de Utentes da Via do Infante e o movimento Não às Portagens na A22 estão a organizar dois protestos e esperam superar a contestação que reuniu, em 2004, no Algarve, diversas entidades e milhares de automobilistas.

Em declarações à agência Lusa, João Vasconcelos, da Comissão de Utentes da Via do Infante, explicou que os protestos agendados para os dias 19 de Março e 8 de Abril estão a ser organizados em parceria com o movimento, mas espera poder contar com o apoio de outras entidades da região e da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).
João Vasconcelos disse que a AMAL irá reunir-se no dia 14 para tomar uma decisão, acrescentando que a Comissão de Utentes da Via do Infante tem contactado com condutores e camionistas.

A Comissão de Utentes irá também reunir-se com o Motoclube de Faro, esperando uma adesão muito grande, com hipótese de superar a de 2004.

Contactado pela Lusa, o presidente da AMAL e da Câmara e Faro, Macário Correia, disse que "para já, esta iniciativa é apenas uma proposta de uma entidade e que não foi previamente concertada" com a plataforma contra as portagens na A22, que reúne a Comissão de Utentes, a Comunidade Intermunicipal, cinco associações empresariais do Algarve e duas estruturas sindicais.

Fonte: Correio da Manhã

O que vai na alma do amigo João Francisco Martins




Democracia, é o bem maior de um povo livre e independente.

Um pais próspero e evoluido, constrói-se com o trabalho de todos unidos pelo mesmo príncipio que deveria ser o bem comum, não de alguns ou só para alguns.

Ou seja Escola para todos que visasse emprego para todos, não estou com isto a dizer que todos tenhamos que ser engenheiros médicos advogados e por aí fora,não o que eu digo, era que as pessoas fossem encaminhadas para àreas de ensino de acordo com as capacidades de cada um. Pois de que serve ter um curso superior se depois não tem saída para o mercado de trabalho?

Falemos da saude, que tal como o país tambem está doente. Será que a culpa disso é tambem do Zé Povinho?como querem fazer-nos crer, creio que o sr. Arnaut, fundador do Serviço Nacional de Saude,não pensa assim ou teria sido pelo desinvestimento que se fez na mesma, como aigumas pessoas disseram que quem quiser saúde que a pague.

Vai tudo dar ao mesmo, ao desgraçado do Zé, que descontou uma vida inteira aquilo que entenderam que ele teria de descontar, mas quando precisa de ir arranjar a boca, tem de pagar do seu bolso, se necessitar de oculos, tem que pagar do seu bolso, e se isto já não bastasse, agora ainda lhes foram aumentadas as comparticipações nos medicamentos.

Se isso fosse diretamente proporcional com as suas reformas, eu ainda achava bem mas se mal têm para comer ainda vamos onera-los mais ? Isto é duma sensibilidade a toda a prova.Falemos agora um pouco dos jovens, da chamada geração rasca, que não devem ser os filhos nem netos deles, pois esses têm sempre o seu garantido nalguma multinacional tenham eles capacidade ou não.

Fico triste quando vejo os jovens deste nosso amado Portugal, a sairem para fora em busca de trabalho, sejam qualificados ou não reconhecendo que a sua pátria nada fez por eles, sabendo que o futuro de uma Nação faz-se através da sua juventude, o que se pode pensar do nosso pobre Portugal.

BOA noite amigos é isto que me vai na alma.

domingo, 6 de março de 2011

Contribuição da Ana Martins. Da página "Pela Reabilitação do Convento de são Francisco"




Cedido Pelo Ilídio Santos à página "Pela Reabilitação do Convento de são Francisco"

ESTA NOTICIA DATA DE 2008.


ÚTOPIA OU REALIDADE???


Convento de São Francisco dá lugar a centro de formação avançada em turismo

elisabete rodrigues Ver Fotos »

Convento de S. Francisco, em Portimão
O Convento de São Francisco, monumento do século XVI implantado na margem do Arade, em Portimão, vai ser expropriado para receber o Centro de Investigação e Formação Avançada em Turismo (CIFAT), a filial algarvia do Hospitality Management Institute (HMI) que o ministro da Economia apresentou esta sexta-feira, no Pavilhão do Arade.

TEMAS: Turismo

A medida vai ser avançada pela Câmara de Portimão, depois de terem fracassado as negociações para a compra do imóvel classificado aos actuais proprietários, a família Souza Coutinho.

O presidente da autarquia Manuel da Luz não quer perder a oportunidade de recuperar o convento para o adaptar ao CIFAT e, por isso, deverá avançar nos próximos dias com uma proposta ao executivo para encetar o processo de expropriação urgente.

«O imóvel continua a degradar-se de forma quase irreversível sem que os proprietários se entendam, daí que estejamos fortemente empenhados em adquiri-lo», declarou o autarca ao «barlavento».

A Câmara pretende dar início à recuperação e remodelação do edifício dentro de um ano. No Convento vai nascer uma dezena de salas de seminários, gabinetes de trabalho, auditório, biblioteca, bar e restaurante, áreas de lazer e uma ala de alojamento com cerca de 30 quartos. Tudo equipado com infra-estruturas tecnológicas de última geração, nomeadamente de vídeo-conferência.

O CIFAT é o formato final do Centro de Altos Estudos Turísticos que começou a ser desenhado no Algarve há cerca de dois anos, num jantar que reuniu diversos empresários turísticos da região e responsáveis da autarquia e da Universidade do Algarve, no Hotel Algarve Casino, na Praia da Rocha.

Pretendia desenvolver investigação especializada e promover formação avançada de altos quadros turísticos, nomeadamente alta direcção, pós-graduações não conducentes a grau, especializações e formação para executivos.

A ideia acabaria por ser assimilada pelo Turismo de Portugal que decidira, em Agosto do ano passado, anunciar a sua implementação no Estoril e não no Algarve. As queixas algarvias chegaram ao primeiro-ministro José Sócrates, que, ao aperceber-se do conflito, decidiu corrigir a situação, garantindo a localização do centro no Algarve.

O resultado final foi a criação de uma entidade nacional denominada Hospitality Management Institute (Instituto de Gestão Hoteleira) detentora de dois centros, um no Estoril, outro em Portimão.

O instituto congrega o Turismo de Portugal, o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Confederação do Turismo de Portugal e Universidade do Algarve.

O centro algarvio deverá ainda associar diversos grupos hoteleiros interessados na investigação e formação desencadeados pelo instituto. Na sua génese estiveram pelo menos sete grupos, incluindo Pestana, Solverde e Tivoli.

Vocacionado para a internacionalização, o HMI vai estabelecer, logo à partida parceria com escolas de hotelaria e turismo da Suíça (Ecole Hoteliere de Lausanne) e dos Estados Unidos (University of Central Florida).

26 de Setembro de 2008 14:43
joão tiago

sábado, 5 de março de 2011

Outro texto do João Francisco Martins. Grande amigo do Portimão Sempre




Olá amigos.

Tenho estado atento a quase tudo quanto aqui tem sido escrito, com uns estarei de acordo com outros nem tanto, mas isso é normal. Agora alguns quererem tapar o sol com a peneira,isso eu não aceito,embora respeite os pontos de vista, pois se calhar é vista curta ou então procuram embaciar-nos a nossa .
Após a entrada de Portugal na União Europeia,foi um fartar de entrar dinheiro no pais era dinheiro às paletes eram dinheiro para as pescas,era dinheiro para a agricultura, era dinheiro para serem criadas infrainstruturas que gerassem riqueza.Ao inves o que fizeram, foi gastar a grande e a francesa em tudo menos naquilo para o qual o dinheiro era enviado, ninguem foi responsabilizado o que neste pobre pais é normal e natural.
Entretanto, começou-se a delapidar a Marinha Mercante a Lisnave ,a Setenave, a Siderurgia etc. a tal ponto que quem for hoje dar uma volta pela zona ribeirinha de Lisboa, não vê navios a carregarem e descerregarem mercadorias como outrora. Agora o que hoje vê, são marinas nos locais onde antes havia trabalho.Todo o trabalho que antes era feito por nvios portugueses, hoje éfeito por navios estrangeiros afretados para tal. será que isto é uma forma de gerar riqueza? eu não sei , mas penso que não.
Onde foi a Lisnave , segundo me parece é para se fazer um empreendimento hoteleiro, não quero afirmar porque não sei, o que eu sei , e não sou ecónomista nem autarca ,é que vinham navios de todo o mundo para ali serem reparados e até construidos, deixando neste nosso pais muinto dinheiro.Com a Siderurgia foi omesmo ,agora quando opais necessita de aço ou de ferro compra ao estrangeiro,mais uma vez não consigo entender mas tambem não sou economista,eu só penso.
Penso que somos um pais cujo territórioentra pelo mar dentro contudo vivemos de costas viradas para ele. Agora não me venham dizer que tudo isto foi feitopor diretivas da União Europeia.Temos de perder o complexo de pequenez que nos querem impor, na boca de alguns politicos o nosso povo não quer trabalhar, são malandros mas quando vão pra fora são considerados do melhor que há, será que algum politico ou gestor da nossa praça me pode esclarecer?
O nosso pais,já não está doente está moribundo com governantes destes não nos podemos calar nem ignorar, pois´já pouco ou nada temos para dar-lhes Vejam o estado a que chegou a saude, o irá ser da juventude do meu pais,não estou a falar dos filhos e netos deles. Os aumentos de preços que estão aí para vir ,é o pão ,o leite, tudo artigos de primeira necessidade.
Ao contrário disto são os brutais ordenados dos administradores empresariais, até mesmo os do estado isto é um pais dentro de outro não há justiça, não há solidariedade, só eles é que teem barriga, o povo não.A EDP teve lucros fabolosos, mas nem por isso baixaram as tarifas da electrcidade.

boa noite