terça-feira, 24 de maio de 2011

Faro acolhe mais uma marcha contra as portagens na A22


A Comissão de Utentes da Via do Infante e o Movimento «Algarve – Portagens na A22 Não» vão organizar uma nova “grande marcha de protesto”, marcada para sábado, 28, com o objetivo de entupir as estradas do concelho de Faro.

A concentração está marcada para o Parque das Cidades, de onde os automobilistas partirão pelas 16:00 horas, em marcha lenta na EN 125 a caminho da rotunda do Aeroporto, rotunda do Fórum Algarve e terminando no Largo de São Francisco, em Faro.

Esta ação de protesto poderá contar com a participação de utentes espanhóis de Ayamonte e de outras partes da Andaluzia, tal como aconteceu na Marcha do Guadiana de 9 de Abril, refere a comissão de utentes.

A decisão de implementar portagens na Via do Infante foi tomada pelo governo em Setembro do ano passado e suspensa poucos dias antes de entrar em vigor, devido ao facto de o executivo socialista estar demissionário.

“O Algarve não vai aguentar portagens na Via do Infante, por isso vai revoltar-se. As portagens significam mais crise em cima da crise, significa o colapso do tecido económico e social da região. Significa mais congestionamento e acidentes na EN 125, uma rua urbana em obras, cuja requalificação mal começou e que vai transformar-se de novo na «estrada da morte»”, sublinham os organizadores da marcha.



Fonte: http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=116319





quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sugestões de um amigo do Portimão Sempre. Agora convosco: Rui António Santos Dias





Os problemas de Portimão são semelhantes a outras cidades em que o desenvolvimento não acompanhou o crescimento demográfico.


Apesar de ser uma cidade pequena nos últimos anos a população aumentou bastante mas manteve-se dependente de uma úni...ca actividade que é o turismo.


Há quem fale também no comércio mas não acho que possa ser considerada uma atividade que gere riqueza.


O comércio nunca poderá prosperar numa cidade onde não existe poder de compra.
O crédito concedido pelos bancos às pessoas tem permitido que ainda pudessem fazer algumas compras mas pelo que vejo nas notícias é algo que tem os dias contados.


Quando as compras deixarem de acontecer o aumento de desempregados irá ocorrer naturalmente.
O desemprego e a escassez de apoios sociais poderão contribuir para que o desespero de algumas pessoas as transforme em criminosos.


Isso é o que se passou no Brasil que apesar de terem uma forte criminalidade organizada foi a pobreza extrema que transformou pessoas que em condições normais seriam cidadãos como outros quaisquer em ladrões e assassinos.

O problema de Portimão só poderá ser resolvido com um investimento de privados em indústrias que criem riqueza e emprego.
Para quem como eu que já teve a oportunidade de viajar sabe bem que Portimão em termos de turismo não se compara em nada com determinados destinos turísticos ainda menos conhecidos.
O turismo em Portimão tem que ser reinventado, tem que se adaptar ao que é feito noutros lugares.


Tem que perceber o que é que procura o turista que traz benefícios para a cidade.
Neste momento Portimão não é o destino preferencial para esse tipo de turista que só vem para Portimão quando os lugares para onde costuma ir não são seguros.
Mas para além do turismo é importante apostar noutras atividades que complementam o turismo.


De preferência em atividades não poluentes, ninguém quer ir passar férias para um local onde tenham que respirar ar poluído.
Quanto à criminalidade que existe ai comparado com o que se passa no Brasil em cidades de igual dimensão onde quase todas as semanas existem pelo menos um homicídio e dezenas de furtos nem sequer se pode ser considerada uma grande criminalidade.


Mas é aconselhável cortar o mal pela raiz e isso só se resolve com um papel mais ativo da polícia.
A cidade não é grande e os locais onde mais furtos existem estão identificados basta efetuarem mais patrulhamentos nesses locais.


Não sei bem o que o cidadão comum poderá fazer por si só para resolver estes problemas.
Já vi comentário de formar milícias populares para atacar a criminalidade mas será que alguém está com disposição de levar um tiro ou uma facada e se responderem da mesma forma será que estão com a disposição de passar alguns anos atrás das grades.


A solução mais racional, penso eu, é de pressionarem ao máximo as autoridades para serem mais ativas e eficazes no combate à criminalidade.


Quanto ao melhoramento do turismo e aposta noutras atividades é algo que depende dos privados mas com algum empenho da prefeitura poderá ser conseguido.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dupla assalta mais uma loja em Portimão


Faltavam poucos minutos para as 05h00 da madrugada de ontem quando os dois homens concretizaram o assalto à loja Victor Victoria, na rua do Comércio, em Portimão. O objectivo era a roupa cara e de marca. Embora o valor do furto ainda não tivesse sido apurado ontem à tarde, admite-se que ascenda a vários milhares de euros.

Segundo o CM apurou junto de fonte do Comando de Polícia na região, os ladrões, que "disfarçavam os rostos com capuzes", actuaram "rapidamente". "Começaram por partir a porta de vidro do estabelecimento e, uma vez no interior, furtaram um grande número de artigos de vestuário, que carregaram depois para uma carrinha, na qual se puseram em fuga", descreveu a mesma fonte policial.

O assalto foi presenciado por uma testemunha, que relatou às autoridades ter visto os dois suspeitos a "encherem várias caixas com roupa que tiravam do interior da loja" e a carregá-las para a referida viatura, descrita como sendo "branca e de caixa fechada". A PSP foi alertada e procedeu, ontem de manhã, à recolha de indícios na loja. Os agentes permaneceram no local, a fim de garantir a segurança do estabelecimento, até à chegada do proprietário.

Há suspeitas de que os assaltantes possam ser os mesmos que, em meados de Março, também em Portimão e com uma carrinha branca, furtaram mais de vinte mil euros em perfumes da perfumaria Al-Faghar II.


Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/dupla-assalta-loja



quarta-feira, 11 de maio de 2011

Portimão angaria medula óssea para duas meninas



Cerca de 250 pessoas já manifestaram disponibilidade para colaborar na campanha de doação de medula óssea que vai ter lugar a 14 de maio, entre as 11h00 e as 16h00, no destacamento territorial da GNR de Portimão, e que se destina em especial a duas meninas algarvias que padecem de leucemia.

Uma vez que o objetivo proposto de mil doações ainda está longe de ser atingido, os promotores reforçam o apelo a todos os potenciais dadores – entre 18 e 45 anos – para que colaborem, sendo condições essenciais pesarem pelo menos 50 quilos e não terem recebido uma transfusão de sangue desde 1980.

Uma equipa de três elementos do CEDACE – Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão promoverá à colheita, com o apoio de três enfermeiros voluntários pertencentes ao Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, num processo simples e indolor em que apenas será retirado um pouco de sangue do braço do dador, como numa análise comum para testes de compatibilidade.





segunda-feira, 9 de maio de 2011

José Socrates no Arena de Portimão com 500 militantes do PS. Encontro dos rostos responsáveis do estado a que chegámos.


Esta é uma noticia repleta de insignificancias.

Quem a quiser ler na integra, que aceda ao seguinte link:
http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=44850




Gostariamos de focar-nos neste parágrafo:

"Na sua intervenção, perante cerca de 500 pessoas, José Sócrates proclamou-se 
"como o rosto da política que tomou decisões, algumas das quais muito difíceis.
 Não sei o que fizeram no seu percurso político aqueles que criticam”, acrescentou."


Sim senhor.

Este homem é o rosto de muita coisa.

Eis uma:






Clicar para aumentar
Notar a evolução da dívida soberana a partir de 2005.

É o rosto deste homem.


E isto?



É o rosto deste homem.


E já agora, porque são da mesma cor, e porque a sua obra é muito parecida:
De quem é o rosto desta obra?





É dos senhores deste pequeno cartaz.




Isto chega para dar rosto ao estado a que chegámos?


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Medidas do FMI. O que tem isso a ver com os boys e com a Portimão URBIS?





Menos oito mil funcionários públicos por ano

Redução de pessoal no Estado é para continuar até 2013.

Não estão previstos despedimentos na administração pública mas a redução de trabalhadores no Estado é para continuar até 2013. No memorando de entendimento entre o Governo e a ‘troika' que será discutido com a oposição, está prevista a redução de, pelo menos, 1% ao ano dos trabalhadores da administração central e de 2% na administração local e regional. Na prática significa que, por ano, o Executivo terá de garantir que saem do Estado pelo menos cerca de oito mil funcionários.

Uma segunda fase do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), será implementada no final deste ano, estando previsto igualmente um programa idêntico na administração local, que será lançado em Abril de 2012. O objectivo destas medidas, segundo revela o documento, será aumentar a eficácia e reduzir o tamanho da administração pública em todos os níveis do Estado. Actualmente, as admissões estão congeladas apenas na administração central.

A redução de pessoal seguirá a estratégia - já usada anteriormente pelo actual Governo - de substituir apenas em parte o número de trabalhadores que entretanto saírem do Estado. Recorde-se que antes do actual congelamento das admissões, vigorava a regra de "por cada duas saídas, apenas uma contratação". Até ao momento, estas restrições às admissões no Estado permitiram, desde 2005, uma redução de cerca de 85 mil funcionários públicos. Segundo o Governo, as saídas aconteceram sobretudo pela via da aposentação e só no primeiro trimestre deste ano foi conseguida uma redução de mais de 17 mil trabalhadores.

Além desta regra, o documento avança que o emagrecimento do Estado será também conseguido com a promoção da mobilidade dentro da administração pública, porém, não adianta pormenores.

Cortes nos dirigentes afectam também autarquias

Tal como estava previsto no PEC IV, mantém-se a meta de redução em 15% dos cargos dirigentes da administração central e de organismos públicos até final de 2011 e acrescenta-se o objectivo de cortar em igual percentagem as chefias na administração local.

Mas as mudanças na administração local não se ficam por aqui. Em Julho de 2012, o Governo deverá concretizar o plano de redução do número de municípios e juntas de freguesia, que actualmente são 308 e 4.259, respectivamente. Esta medida deverá já estar implementada nas próximas eleições autárquicas, em 2013.
O número de entidades públicas também terá de encolher.

Até Dezembro de 2011 terá de estar concluído um diagnóstico sobre todas as entidades públicas, fundações e associações em todas as administrações públicas (central, local e regional) por forma a que o Governo decida quais deverão manter-se e quais deixarão de existir. Depois, terão de ser elaboradas novas leis que regulamentem estas entidades, regras que deverão ser adoptadas em Julho de 2012. No imediato, a ideia é travar a criação de novas entidades deste tipo, nomeadamente de empresas municipais.


Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/menos-oito-mil-funcionarios-publicos-por-ano_117257.html



Gostamos muito desta parte:

"...redução em 15% dos cargos dirigentes da administração central e de organismos públicos até final de 2011 e acrescenta-se o objectivo de cortar em igual percentagem as chefias na administração local".

Boys, ponham-se à tabela!

Esta parte também é gira:

"Até Dezembro de 2011 terá de estar concluído um diagnóstico sobre todas as entidades públicas, fundações e associações em todas as administrações públicas (central, local e regional) por forma a que o Governo decida quais deverão manter-se e quais deixarão de existir. Depois, terão de ser elaboradas novas leis que regulamentem estas entidades, regras que deverão ser adoptadas em Julho de 2012. No imediato, a ideia é travar a criação de novas entidades deste tipo, nomeadamente de empresas municipais."

Ai Portimão URBIS!
O que vai ser de ti Portimão URBIS?!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

188 mil € em formação por ajuste directo pela empresa municípal Portimão URBIS





Câmara vai gastar 188 mil em formação

A empresa municipal Portimão Urbis SGU - Sociedade de Gestão Urbana vai gastar 188 mil euros em formação. O contrato foi celebrado por ajuste directo, em Julho de 2010, com a empresa Triângulo da Performance e tem a duração de três anos.

Antes da assinatura do contrato, a empresa submeteu os funcionários a uma avaliação das competências comportamentais. Para tal, todos os funcionários passaram um fim-de-semana num hotel de luxo em Sintra no início de 2010.

Lélio Branca, director-geral da empresa municipal, argumenta que os funcionários, incluindo o conselho de administração, estiveram todos nesse fim-de-semana e que a escolha recaiu sobre um hotel de Sintra porque os "custos de hotelaria eram mais baratos" e porque o objectivo era "afastar os funcionários do seu dia-a-dia".

Segundo o responsável, a Triângulo da Performance foi escolhida pela Portimão Urbis depois da "formação em outdoor" que a empresa fez com os funcionários em Sintra, que serviu de base à concepção do projecto de formação. "Por isso não foram feitos convites a outras empresas", adianta, acrescentando que "os ajustes directos são feitos quando a lei permite".

O director da empresa municipal de Portimão afirma ainda que pesou para a contratação da Triângulo o facto de a empresa já ter trabalhado para outras entidades públicas, nomeadamente o Instituto da Segurança Social. "A contratação teve como objectivo findar com a formação avulso que é mais dispendiosa", sustenta Lélio Branca.

Fonte:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/camara-vai-gastar-188-mil-em-formacao





Mais um ajunte directo da Portimão Urbis.

Desta vez com formação.
Formação em outdoor, dizem eles.
188 mil €. À grande e à Francesa. Por ajuste directo.




Isto numa empresa municipal, a quem ninguem conhece as contas.



Nem mesmo o Revisor Oficial de Contas da própria Câmara Municipal de Portimão.

Ora vejam o que ele diz no seu último relatório e parecer (a que tivémos acesso) relativo à certificação das contas da CMP:

"Não está ainda disponível o relatório e contas da Portimão URBIS SGRU Sociedade de Gestão e Reabilitação Urbana, E.M., S.A., de 31 de Dezembro de 2010, Empresa que é detida integralmente pelo Município. Em virtude desta limitação não é possível aferir a valorização desta participação financeira contabilizada em 9 462 871 euros, razão pela qual se desconhece também o resultado de exploração anual operacional e dos encargos financeiros da referida Empresa , informação que é necessária para cálculo dos limites do endividamento líquido total do Município e dos empréstimos bancários."

Isto foi dito pelo ROC da CMP acerca da Portimão URBIS.

Acerca da empresa municipal de quem ninguém conhece as contas e que é detida por uma Câmara Municipal que está falida.

Mas, que vamos sabendo pelo jornal que gasta 188 mil € em formação em outdoor num hotel de luxo.

Isto, para além de ser um ultraje é simplesmente estúpido.