quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sensibilização sobre cancro no Museu de Portimão

Sensibilização sobre cancro no Museu de Portimão

Portimão: Centro comercial Continente abre espaço «Criatividades Art Gallery»


A exposição de pintura de Stela Barreto e Sofia Barreto assinala o arranque do novo espaço para exposições do centro comercial Continente de Portimão, denominado «Criatividades Art Gallery».

Este espaço, localizado no piso 1, receberá periodicamente exposições de pintura, escultura, design, decoração, entre outras. A exposição de Stela Barreto e da filha Sofia Barreto pode ser visitada até ao dia 31 de outubro.

Stela Barreto já tem um longo percurso profissional com a realização de exposições individuais e coletivas em Portugal e além-fronteira como França, Áustria, Alemanha, EUA, Finlândia, Espanha e Japão.

Por seu turno, e como «filha de peixe sabe nadar», Sofia Barreto cedo manifestou natural talento para as Artes Plásticas. É representada pela Galeria Arte Algarve e pela galeria StudieKunst em Ubbergen na Holanda, integrada num projeto de pintura em três dimensões.

Associado a esta exposição, irão decorrer aulas de artes plásticas para crianças, às quintas-feiras, das 16:00 às 20:00, durante o mês de outubro, onde crianças dos 5 aos 12 anos podem aprender a desenvolver as suas capacidades criativas, enquanto adquirem conhecimentos teórico-práticos sobre arte contemporânea, de uma forma adequada à sua idade.

Fonte: Diário Online Algarve


Technorati Tags: centro comercial continente de Portimão, Portimão Sempre.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Portimão recebe evento mundial de Karting

O kartódromo do AIA será palco para o Mundial Rotax, prova que dará ao Algarve uma receita superior a quatro milhões de euros
 
 
A BRP (Bombardier Recreational Products Inc.) detentora da Rotax Max Challenge, organiza de 25 de Novembro a 2 de Dezembro, no kartódromo do Autódromo Internacional do Algarve (AIA) as Rotax Max Challenge Grand Finals (RMCGF) 2012 , competição que vai reunir numa mesma pista um total de 310 pilotos provenientes de cerca de 60 ssenta países do mundo inteiro e que representa para a região do Algarve uma receita superior a 4 milhões de euros.
 
As Rotax Max Challenge Grand Finals, que serão organizadas em parceria com o Autódromo do Algarve e a Korridas (empresa distribuidora oficial da marca para a península ibérica), juntam num único evento os melhores pilotos e equipas participantes nos diversos campeonatos nacionais e internacionais organizados pela Rotax, divididos pelas categorias incluídas nas Rotax MAX Challenge; 125 Micro Max, 125 Mini Max, 125 Junior Max, 125 Max e 125 Max DD2 (caixas de 2 velocidades), 125 Max DD2 Masters.
As RMCGF são uma competição aprovada e reconhecida pela CIK/FIA, que utiliza motores Rotax Max que são verificados e selados (para garantir performances iguais). A selagem é efectuada por distribuidores autorizados, nos seus centros reconhecidos, quando se disputam competições de nível nacional e internacional do RMC.
Seguindo as regras estabelecidas pelos Regulamentos Desportivos e Técnicos da Rotax Max Challenge e utilizando unicamente um tipo de pneus (Mojo), o sucesso desta competição assenta no facto de dar grande importância à experiência e competitividade do piloto e na sua destreza em garantir o melhor equilíbrio entre motor, pneus e chassis.
 
As RMCGF regressam assim a Portugal, depois do sucesso que representaram em 2006, ano em que foi a bonita cidade de Viana do Castelo a receber este evento tão importante. E trata-se realmente de um grande evento. Afinal, segundo os especialistas, as RMCGF envolvem mais de dois milhares de pessoas que, durante cerca de uma semana, trabalharão arduamente para que tudo se desenrole na perfeição. Cerca de 2000 pessoas, entre pilotos, assistências, acompanhantes, organização, imprensa e toda uma rede de prestadores de serviços, que transforma a RMCGF num evento muito importante – financeiramente falando – para a região e para o país, ou não estivéssemos perante o maior evento de Karting do Mundo.
 
Uma análise devidamente efectuada por especialistas em investimentos e respetivo retorno, prevê uma entrada directa de divisas de cerca de 3,5 milhões de euros, a que se juntam receitas colaterais calculadas pelo número de pessoas envolvidas no evento, superiores a 350 mil euros. A estas juntam-se as que serão efetuadas por agentes exteriores, que deverão rondar os 140 mil euros, o que indica uma receita para o país superior a quatro milhões de euros. Já em relação à região, a receita conseguida sem investimento interno vem permitir a criação ou conservação de empregos directos e indirectos, tão importantes nesta época de crise em que o país está mergulhado.
Em termos práticos, serão mais de um milhar de quartos de hotel ocupados durante praticamente uma semana na área de Portimão, a que se somam cerca de 400 viaturas de aluguer utilizadas durante esse período, bem como milhares de refeições consumidas em restaurantes da zona. Contudo, e para além do retorno imediato que este evento gera no turismo da região, há ainda o factor de oportunidade de promoção da região a potenciais turistas que, se não fosse o motivo de se deslocarem a este evento, muito provavelmente não planeariam conhecer a região.

Estamos assim perante um evento que gera números interessantes, os quais colocam as Rotax Max Challenge Grand Finals no “Top Five” dos melhores e mais interessantes eventos de desportos motorizados realizados no nosso país, quase todos eles, tal como as RGF, de nível mundial.
 
A título de curiosidade, deixamos-lhe algumas notas sobre esta competição que dão conta da respectiva importância e grandeza. Afinal, não será por acaso que o Rotax Max Challenge (RMC) se tornou na mais famosa e participada competição de karting do Mundo, isto porque actualmente há mais de 7500 pilotos que utilizam o motor Rotax Max e que participam nos vários troféus nacionais do RMC, existindo, igualmente, outros tantos a competir com a regulamentação do RMC.
 
Em termos históricos, o desenvolvimento do projeto Rotax para o karting começou nos anos 80, mas foi em 1997 que surgiu no mercado o Rotax FR 125cc Max. As primeiras finais mundiais Rotax Max Challenge foram realizadas três depois, no ano 2000. Já em relação aos protagonistas, a Bombardier Recreational Products Inc. (BRP) é uma empresa privada, líder mundial no design, desenvolvimento, produção, distribuição e comercialização de veículos motorizados de recreio, possuindo um portfolio de marcas e produtos no qual encontramos motos de neve Ski-Doo e Lynx, motos de água e barcos Sea-Doo, motores fora de bordo Evinrude e Johnson, veículos todo-terreno e de estrada com a marca Can-Am, assim como motores Rotax, produtos que, em termos globais, são comercializados em mais de 100 países por ume entidade que emprega mais de 6000 pessoas no mundo inteiro.
 
Fonte: Lusomotores


Portimão: Corveta «Oliveira e Carmo» será afundada a 1 de novembro

Devido às condições meteorológicas adversas previstas para 27 de outubro, e que inviabilizam o afundamento da corveta «Oliveira e Carmo» nessa data, o mesmo foi adiado para dia 1 de novembro, revelou a autarquia de Portimão.

Por outro lado, mantém-se para 3 de novembro a data de afundamento do patrulha «Zambeze».

Estes são os dois primeiros navios da Marinha Portuguesa que integram o projeto «Ocean Revival», que visa criar na zona em frente à Prainha um núcleo museológico vocacionado para o turismo de mergulho, a 30 metros de profundidade e a cerca de 2 milhas da costa.

Os interessados poderão assistir ao afundamento da «Oliveira e Carmo» a partir de terra, sendo considerado o local mais indicado as praias de Alvor ou Três Irmãos: para melhor acompanhar o acontecimento, é recomendada a utilização de binóculos.

Outra alternativa será assistir ao afundamento no mar: neste caso deverá ser respeitada uma margem de segurança de meia milha marítima a partir do local de afundamento, cuja localização GPS é a seguinte: N37 05,569 W008 35,059.

Caso não possuam embarcação, os interessados poderão recorrer aos serviços de viagens que os operadores turísticos locais irão promover.

Finalmente, existe uma terceira opção que será acompanhar o afundamento através do sítio http://www.oceanrevival.org, onde estará disponível um sinal vídeo em tempo real a acompanhar o acontecimento.
 


Trabalhadores das lojas que arderam em Portimão foram distribuídos pelo Algarve

 
A maioria dos 300 trabalhadores das sete lojas que há um mês arderam no Retail Park de Portimão, foram colocados em estabelecimentos das empresas no Algarve, disse à Lusa fonte sindical.

"Temos conhecimento que a maioria dos trabalhadores estão distribuídos pelas lojas que as empresas têm no Algarve", afirmou Maria José Madeira, a coordenadora distrital do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP).

Segundo a sindicalista, "apenas não existe informação sobre os cerca de 10 funcionários da loja DeBorla".

Um incêndio ocorrido na madrugada do dia 23 de setembro, destruiu as lojas das empresas Continente, Moviflor, Rádio Popular, DeBorla, Staples, AKI e Decathlon, instaladas no Retail Park de Portimão.

O fogo só não destruiu uma oficina de reparação automóvel, a zona da restauração e um posto de abastecimento de combustível.

Um mês após o incêndio, peritos policiais e das companhias de seguro continuam a analisar os destroços das lojas, no sentido de apurar as causas do fogo.

"As diligências prosseguem para apurar o ponto da ignição do fogo", disse à Lusa fonte policial.

Por seu turno, fonte do gabinete da presidência da Câmara de Portimão disse à Lusa que "decorrem contactos com a maioria das empresas proprietárias das lojas, já que as mesmas pretendem reabrir os espaços comerciais o mais rapidamente possível, mantendo os postos de trabalho".

"Em conjunto com as associações comerciais, elaborámos uma proposta com alternativas para a reabertura das lojas, proposta essa que será apresentada numa reunião que está agendada para a próxima semana", explicou a mesma fonte.
 


Caixa negra vai apurar falhas no pára-quedas

O pára-quedas usado por Jonathon Wickman foi recolhido por um elemento da empresa Paralvor
 
A ‘caixa negra’ do pára-quedas usado por Jonathon Wickham vai ser essencial para perceber o que correu mal no salto fatal que tirou a vida ao pára-quedista inglês, de 44 anos, em Alvor. O acidente, tal como o CM noticiou, aconteceu no sábado à tarde, quando o desportista participava numa prova internacional de pára-quedistas, no Aeródromo de Portimão. O corpo só foi encontrado domingo de manhã, após buscas na zona da Abicada, perto do aeródromo.
 
O pára-quedas que Jonathon usava, ao que o CM apurou, foi apreendido e será agora alvo de peritagens que irão revelar as causas do acidente. O equipamento tem um dispositivo, semelhante à caixa negra dos aviões, que registou todos os pormenores do salto, entre eles altitude, velocidade e eventuais falhas técnicas e humanas. O CM sabe que são ainda importantes para as autoridades os vídeos realizados por colegas de Jonathon durante o salto. Tal como o CM noticiou ontem, há forte possibilidade de o páraquedista ter perdido os sentidos, o que poderá justificar a não abertura do pára-quedas principal. O equipamento de emergência chegou a ser accionado automaticamente mas não abriu. O corpo de Jonathon terá atingido uma velocidade superior a 200 km/hora antes de embater no solo.
 
O Ministério Público abriu um inquérito à morte do páraquedista, mas ainda não se sabe quem o irá conduzir.
 
AUTÓPSIA VAI REVELAR SE HOUVE MORTE SÚBITA
 
l A autópsia ao corpo de Jonathon Wickman irá revelar quais as causas da morte do pára-quedista inglês e se sofreu alguma doença súbita antes de embater no solo, o que poderá justificar a falta de abertura do pára-quedas principal, que é accionado pelo desportista.
 
O exame estava marcado para ontem, no gabinete médico-legal do Hospital do Barlavento, em Portimão, mas até ao final do dia ainda não eram conhecidos os resultados. As conclusões da autópsia serão importantes para o Ministério Público decidir qual será o órgão de polícia criminal que vai conduzir o inquérito à morte.
 

Desaparecido no meio da serra

Carlos Marques, de 66 anos, está desaparecido desde o meio-dia de sábado. Foi visto pela última vez na estrada que liga Casais a Montes de Cima, em plena serra de Monchique. Militares da GNR, bombeiros e populares têm estado envolvidos nas buscas para encontrar o homem, mas, até agora, sem sucesso.
 
"Ele estava com mais três pessoas na rua. Eu vim para dentro de casa e, quando regressei, pouco tempo depois, já não o encontrei", relata Fernanda Marques, esposa do homem desaparecido. O casal estava a passar alguns dias na casa de família em Casais, no concelho de Monchique.
 
Carlos Marques, que vestia umas calças pretas, um casaco castanho esverdeado e tinha um boné azul, ainda foi visto por um popular a caminhar ao longo da estrada que liga esta aldeia ao município de Portimão. Uma zona praticamente desabitada e rodeada de floresta e mato.
 
O homem já sofreu três AVC – o último dos quais hemorrágico, em Agosto deste ano. "Ele tem dificuldades de comunicação e lapsos de memória", explica Fernanda. Já este ano, esteve desaparecido durante quase um dia: saiu da residência habitual do casal na Bela Vista, no Parchal, e foi encontrado em Lagoa, a cerca de seis quilómetros de distância.
 
"Quero ainda ter esperanças de que ele possa estar bem, mas já foi tudo batido e não o encontraram", diz Fernanda Marques. Fonte da GNR refere que é difícil encontrar o homem, até porque se trata de uma zona serra. Todas as forças de segurança foram informadas do desaparecimento.